Putz... esse site tem scans de provas com respostas de alunos que se fuderam, mas provaram não ter um QI de ostra.
Tipo esses aí:
É só ir: Kontraband
Intelligentsia ou intelligentzia (do russo:[1][2] интеллигенция, do latim: intelligentia) é o nome dado a uma classe social de pessoas engajadas em trabalho mental complexo e criativo direcionado ao desenvolvimento e disseminação da cultura, abrangendo grupos sociais e intelectuais próximos dela (por exemplo, artistas e professores). (wikipedia)
Tuesday, May 19, 2009
Thursday, May 14, 2009
Documentário "Foucault Par Lui-Même"
Um vídeo-documentário muito bom sobre a obra de Foucault e algumas informações sobre sua biografia. Descreve de forma (muito) sintética o pensamento dele e suas reflexões sobre a contemporaneidade. Mas bom mesmo é ver o entusiasmo nas suas exposições.
Link:
"Foucault Par Lui-Même" (700Mb)
Um vídeo-documentário muito bom sobre a obra de Foucault e algumas informações sobre sua biografia. Descreve de forma (muito) sintética o pensamento dele e suas reflexões sobre a contemporaneidade. Mas bom mesmo é ver o entusiasmo nas suas exposições.
Link:
"Foucault Par Lui-Même" (700Mb)
Monday, April 20, 2009
Saturday, April 11, 2009
Sunday, February 01, 2009
Mallu Magalhães X Monica Mattos
Muito bom esse post do BOTECO SUJO!!!!
Créditos:
Fausto Salvadori Filho
BOTECO SUJO
MM X MM
Mallu Magalhães é garota-prodígio.
Monica Mattos é proibida para menores.
Mallu Magalhães é a Maisa indie.
Monica Mattos é nossa Sasha Grey.
Mallu Magalhães trabalha com a boca.
Monica Mattos também. Mas não só.
Mallu Magalhães canta J1.
Monica Mattos curte um A2M.
Mallu Magalhães é folk rock.
Monica Mattos é fist fucking.
Mallu Magalhães é enfant terrible.
Monica Mattos é anal queen.
Mallu Magalhães enche o saco.
Monica Mattos esvazia.
Monica Mattos deu para um cavalo.
Mallu Magalhães, para o Camelo.
Créditos:
Fausto Salvadori Filho
BOTECO SUJO
Bigger, Stronger, Faster
Posto um torrent de um filme de 2008 sobre os efeitos do uso indiscriminado de esteróides na sociedade norte americana, "Bigger, Stronger, Faster", de Christopher Bell. Apesar de portar-se como um documentário tipo Michel Moore, ele vai mais fundo na questão do uso dos anabolizantes: o quanto a cultura dos EUA está impregnada pela idéia de competição irrestrita? Como o próprio subtítulo do filme anuncia, não se trata de um documentário sobre os efeitos colaterais do uso destas substâncias, mas do "efeito colateral de ser americano".
IMDB:
http://www.imdb.com/title/tt1151309/
Torrent:
http://thepiratebay.org/torrent/4317836/Bigger_Stronger_Faster_Documentary_DVDRip
IMDB:
http://www.imdb.com/title/tt1151309/
Torrent:
http://thepiratebay.org/torrent/4317836/Bigger_Stronger_Faster_Documentary_DVDRip
Saturday, January 10, 2009
Publico o famoso questionário de Max Fritsch:
1. Tem a certeza que está mesmo interessado, quando você e todos os seus conhecidos já não existem, na preservação da espécie humana?
2. Por quê? Bastam apontamentos.
3. Quantas crianças não chegaram ao mundo por causa da sua vontade?
4. Quem teria preferido nunca encontrar?
5. Está consciente de uma injustiça que cometeu em relação a uma pessoa, que não precisa saber disto, e odeia antes si mesmo ou esta pessoa por isso?
6. Gostaria de ter a memória absoluta?
7. Qual e o nome do político, cuja morte por doença, acidente de viação etc. podia enchê-lo com esperança? Ou acha ninguém insubstituível?
8. Quem, que está morto, gostava de voltar a ver?
9. Quem, pelo contrário, não?
10. Teria preferido pertencer a outra cultura, e a qual?
11. Qual é a idade que gostava de atingir?
12. Se tivesse o poder de ordenar, ordenaria contra a objeção da maioria?
13. Porque não, se lhe parece certo?
14. Quando parou de achar que continua a ficar mais inteligente, ou ainda acha? Mencionar idade.
16. Convence-o a sua auto-crítica?
17. O que acha que lhe traz mal e o que leva mal a si próprio, e se não for a mesma coisa: para que pede perdão antes?
18. Se imagina de passagem que não teria nascido: incomoda-lhe esta idéia?
19. Quando pensa em falecidos: deseja que o falecido lhe fale, ou queria antes dizer ainda qualquer coisa ao falecido?
20. Ama alguém?
21. E de que depreende isso?
22. Suposto que nunca matou uma pessoa: Como explica que nunca se chegou a isso?
23. O que lhe falta para a felicidade?
24. Para que está grato?
25. Preferia estar morto ou viver ainda algum tempo como um animal saudável? E como qual?
Em Max Frisch: Tagebuch 1966-71 (Sketchbook 1966-71)
1. Tem a certeza que está mesmo interessado, quando você e todos os seus conhecidos já não existem, na preservação da espécie humana?
2. Por quê? Bastam apontamentos.
3. Quantas crianças não chegaram ao mundo por causa da sua vontade?
4. Quem teria preferido nunca encontrar?
5. Está consciente de uma injustiça que cometeu em relação a uma pessoa, que não precisa saber disto, e odeia antes si mesmo ou esta pessoa por isso?
6. Gostaria de ter a memória absoluta?
7. Qual e o nome do político, cuja morte por doença, acidente de viação etc. podia enchê-lo com esperança? Ou acha ninguém insubstituível?
8. Quem, que está morto, gostava de voltar a ver?
9. Quem, pelo contrário, não?
10. Teria preferido pertencer a outra cultura, e a qual?
11. Qual é a idade que gostava de atingir?
12. Se tivesse o poder de ordenar, ordenaria contra a objeção da maioria?
13. Porque não, se lhe parece certo?
14. Quando parou de achar que continua a ficar mais inteligente, ou ainda acha? Mencionar idade.
16. Convence-o a sua auto-crítica?
17. O que acha que lhe traz mal e o que leva mal a si próprio, e se não for a mesma coisa: para que pede perdão antes?
18. Se imagina de passagem que não teria nascido: incomoda-lhe esta idéia?
19. Quando pensa em falecidos: deseja que o falecido lhe fale, ou queria antes dizer ainda qualquer coisa ao falecido?
20. Ama alguém?
21. E de que depreende isso?
22. Suposto que nunca matou uma pessoa: Como explica que nunca se chegou a isso?
23. O que lhe falta para a felicidade?
24. Para que está grato?
25. Preferia estar morto ou viver ainda algum tempo como um animal saudável? E como qual?
Em Max Frisch: Tagebuch 1966-71 (Sketchbook 1966-71)
Wednesday, May 16, 2007
Opa! Não falo mais com homens. O máximo que falo é com humanos.
Dito isto, dito isto, torço pro Baco, que me comunica comigo mesmo, meu interior mais profundo, aquilo que é enterrado no meu ser.
A morte afugenta-nos do devir; é confrontando-na que estabelecemos nosso ser, é sendo a morte-em-vida que temos o momento mais eterno de nossas vivências: objetivamos a vida, mas estabelecemos, em cada ato, a morte de nosso mundo.
Dito isto, dito isto, torço pro Baco, que me comunica comigo mesmo, meu interior mais profundo, aquilo que é enterrado no meu ser.
A morte afugenta-nos do devir; é confrontando-na que estabelecemos nosso ser, é sendo a morte-em-vida que temos o momento mais eterno de nossas vivências: objetivamos a vida, mas estabelecemos, em cada ato, a morte de nosso mundo.
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